Você comunica tudo: expressões faciais e corporais, cheiro, idade, aparência, energia, emoções, o andar, educação, etiqueta, postura, higiene, cuidados com a saúde, com a pele, com as roupas… Tudo isso antes de sequer abrir a boca.
As informações que você transmite, voluntariamente ou não, são absorvidas quase imediatamente pelo outro. Alguns autores afirmam que a impressão inicial é formada nos primeiros dez segundos. Outros dizem que sete segundos já são suficientes.
Vamos testar com exemplos próximos. Qual foi a impressão que você teve do seu companheiro ou companheira quando bateu o olho pela primeira vez? A imagem que formou de um chefe na entrevista admissional? Ou a primeira vez em que viu um professor importante para você? Tente pensar agora no que você transmitiu em ocasiões decisivas – que deram certo ou não.
É comum preparar um repertório verbal antes de entrevistas, palestras ou de conhecer pessoas novas. Mas você não deve se esquecer de todo o restante.  Como você se vende? Como as pessoas percebem você?
O sucesso da primeira impressão que você causa reside no autoconhecimento. Quem é você? Como você se percebe? Do que é capaz? Por que tomou determinada decisão? O que pretende transmitir?
Com essas respostas em mente, a segurança vence a ansiedade. E se, além disso, a intenção for boa, não tem erro. Pode dar as caras.

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Você já reparou em que momentos consegue ser mais convincente?
Se está um pouco difícil, vamos a um exemplo.
Imagine que decidiu ir a um restaurante novo. Você teve facilidade de chegar até lá, estacionar o carro, ficou surpreso com o ambiente agradável – o lugar não estava cheio. Você também encontrou ótimas opções no cardápio, foi muito bem atendido e adorou a comida, que não era cara. Seria difícil indicar esse lugar a um amigo?
Pense agora se esse restaurante não fosse nada disso, mas pertencesse a uma pessoa querida que te pediu uma ajuda para promover o lugar. Será que você conseguiria indicar com a mesma naturalidade?
A facilidade em vender ideias está diretamente ligada ao acreditar. É muito mais fácil defender aquilo em que você acredita. E isso se aplica ao nosso dia-a-dia.
Um ambiente de trabalho, por exemplo, torna-se muito mais salubre quando os nossos valores estão alinhados aos da empresa, quando ambos defendem os mesmos fins.
Se você se sente desmotivado a ponto de não conseguir vender as suas ideias, pense no que você está comunicando. E se arrisque a expressar aquilo em que você acredita.

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Este é um espaço aberto para dividir com você ferramentas que vão auxiliá-lo em todos os níveis de comunicação e relacionamento – seja numa entrevista de emprego, à imprensa ou na negociação com clientes, funcionários, fornecedores, chefe, com a família.
Começo fazendo dois convites:
1. Acompanhe sempre as postagens, você vai gostar.
2. Mande sugestões. As suas dúvidas podem ser as de muitas pessoas.

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